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Roupas lideram novamente a intenção de compra para o Natal
16/12/2015

O MeSeems, especializado em pesquisas online em tempo real, realizou levantamento com 3419 pessoas, de todas as regiões do País, que aponta a intenção de compras para o Natal. De acordo com o estudo, 91% dos respondentes irão comemorar o Natal. Em relação à troca de presentes, 70% dos respondentes pretendem presentear alguém esse ano, em comparação com 77%, segundo a pesquisa de Natal feita no ano passado. Os pais lideram a lista com 70% da intenção, seguidos de namorados (as) e irmãos (37%), marido/esposa (32%), e filhos (29%). Cerca de 29% responderam que irão presentear a si próprio.

Acerca dos tipos de presentes, a pesquisa destacou que as roupas, assim como no ano anterior, continuam sendo o objeto de desejo dos entrevistados, com 64% da intenção, 4% a mais em relação a 2014. Os brinquedos aparecem em segundo lugar com 36%, seguidos de acessórios – carteiras, cintos e bolsas – (31%) e calçados (29%). Eletrônicos em geral aparecem com 11%.

Quando perguntados sobre o local onde devem fazer suas compras, 72% responderam em lojas de shopping centers, seguido de lojas online (52%) e lojas de rua (45%). Cerca de 12% pretende comprar presentes no camelô.

Em relação aos gastos, 31% disseram que devem investir entre R$ 101 e R$ 300, 23% estimam pagar até R$ 100, e 19% entre R$ 301 e R$ 500. Cerca de 11% pretendem desembolsar mais que R$ 900. Quanto às formas de pagamento, a grande maioria dos consumidores (57%) pagará suas compras em dinheiro. Em seguida aparece o cartão de crédito, com 53% e débito (37,5%). Somente 2% dos entrevistados utilizará cheques ou outra forma de pagamento para quitar suas compras.

Dos usuários que não pretendem fazer compras para o Natal, 72% responderam que estão sem dinheiro, 35% estão fazendo economia e 8% não gostam de dar presentes.

Fonte: ecommercenews.com.br

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Comércio Eletrônico: Expectativas x Realidade
17/7/2014

Hoje em dia uma das alternativas mais procuradas para empreendedores expandirem seus negócios é o investimento em um e-commerce. Muitos criam expectativas, calculam lucros e sonham em crescer rapidamente. Será que isso é viável?

Para quem ainda tem dúvidas em se arriscar neste ramo, um pouco de ousadia aliada a um bom planejamento já garantem uma boa perspectiva. Antes de iniciar o projeto é importante ter em mente alguns pontos: uma boa plataforma, produtos interessantes, preços competitivos e profissionais qualificados para atender o seu cliente online.

Este tipo de negócio tem algumas vantagens em relação ao comércio tradicional. O custo operacional é muito menor comparado a uma loja física, a necessidade de uma equipe menor de funcionários para fazer a gestão da loja, e o principal, que é os seus clientes terem acesso ao seu produto 24 horas por dia. Além disso, o varejo virtual alcança um mercado consumidor muito maior. O que, em loja física, era restrito a uma região, na internet pode se tornar nacional ou até mundial.

Apesar de todos os pontos favoráveis, uma loja virtual nem sempre gera retorno rápido. É necessário muito empenho no fortalecimento da marca e no atendimento ao cliente. É fundamental investir em ferramentas de marketing e mídias sociais.

Segundo a ABCOMM (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico), até 2016 o faturamento de pequenas e médias lojas virtuais deve triplicar. Os pequenos e médios empreendedores podem se destacar no mercado de forma significativa gerando conteúdo interessante e produtos de qualidade.

Vale a pena colocar o e-commerce em seus planos…

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E-commerce e os dispositivos móveis
24/6/2014

A Criteo, empresa de tecnologia especializada em publicidade digital, anunciou as novas perspectivas de consumo de comércio eletrônico em seu relatório Q1 Mobile Flash 2014. O relatório representa a navegação na Internet e comportamento de compras dos mais de 920 milhões de utilizadores da internet do mundo que as propagandas da Criteo alcançam.

Este relatório analisa a publicidade móvel no celular e seu impacto sobre o comércio eletrônico. Algumas das principais informações são:

• Tablets e smartphones Android são responsáveis ​​por 66% do total das vendas de e-commerce no mundo.

• 70% dos cliques móveis são feitos para varejo, viagens , automóveis e classificados.

• A América do Norte, Ásia –Pacífico e Europa Ocidental geram juntos mais de 90 % dos cliques móveis.

• Dispositivos móveis oferecem mais elevada CTRs que os PCs em todas as verticais da indústria.

• A média CTRs nos dispositivos Android é quase duas vezes maior do que nos computadores.

• Dispositivos Android geram mais vendas globalmente, mas iOS lidera nos EUA e na Europa.

• O dispositivo móvel não só substitui, mas também complementa o uso do desktop e traz vendas adicionais. Por exemplo, as compras provenientes de um iPad são 16% mais prováveis de acontecer em um domingo, enquanto as vendas de desktop caem 10% aos domingos.

Para fazer o download do relatório completo Q1 MóbileFlash 2014, acesse: http://www.criteo.com/en/mobile-flash-report-incremental-marketing-opportunities-advertisers

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Supremo Tribunal Federal (STF) suspende Protocolo 21
20/2/2014

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, decidiu pela suspensão do Protocolo 21, do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que trata da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) no e-commerce.

A ação julgada foi movida pela Confederação Nacional do Comércio (CNC), que considera ilegal a cobrança do ICMS nos estados de destino dos produtos adquiridos pela internet.  Para a entidade, o imposto só pode ser cobrado nos estados de origem das mercadorias.

Na decisão, o juiz entendeu que a cobrança feita no estado de origem e de destino do produto, imposta pelo Protocolo 21, se caracteriza como bitributação e, por isso, é inconstitucional. “O Protocolo ICMS nº 21/2011 ofende flagrantemente a Constituição, tanto do ponto de vista formal  quanto material. É dizer, o texto constitucional é claro o suficiente ao estabelecer as regras referentes à cobrança de ICMS, de modo que a tentativa de burlar esta sistemática constitucional pelos estados subscritores deve ser repudiada”, declarou.

Fonte: http://ecommercenews.com.br/

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Muitas curtidas e pouca interação no Facebook?
21/1/2014

Se você tem uma Fan Page no Facebook, provavelmente já ficou se perguntando por que muitas pessoas não curtem ou compartilham seus posts, mesmo você tendo uma quantidade bem grande de fãs em sua página. A resposta é simples e assustadora, nem todo mundo recebe suas informações.

O vilão desta história é o algoritmo do Facebook chamado Edge Rank.Como o conteúdo gerado na rede social é muito grande, seria difícil receber tudo que as pessoas e páginas publicam. Este algoritmo analisa a publicação e escolhe quem vai receber ela em sua linha do tempo.

O Facebook mesmo não deixa isso muito claro, mas algumas fontes citam que somente 12% a 20% daqueles que curtiram sua página, recebem seus posts.

Uma definição básica mostra como funciona o Edge Rank: “Quanto mais um usuário interagir com determinado gerador de conteúdo, maiores são as chances daquele conteúdo aparecer no Feed de Notícias do usuário”.

Este algoritmo é composto basicamente por três elementos:
• Afinidade;
• Relevância;
• Tempo.

Edge Rank

Não é possível afirmar com certeza qual dos três elementos tem mais importância, mas lendo alguns artigos no Facebook o elemento afinidade é o que recebe mais destaque. Por isso quanto mais seus fãs interagem com seu conteúdo, mais ele aparecerá no seu Feed de Notícias.

A solução para isso é gerar conteúdos interessantes, onde as pessoas interajam, comentem e assim você possa atingir cada vez mais pessoas com suas publicações.

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Novas Regras para o E-commerce
08/1/2014

As novas regras para as operações no comércio eletrônico passaram a valer a partir do dia 14 de maio de 2013, quando entrou em vigor o Decreto Federal 7.962/13.

As medidas, anunciadas pelo Governo Federal, complementam o Código de Defesa do Consumidor em relação ao processo de compra e venda pela internet, já que não há uma legislação exclusiva para o e-commerce.

Saiba um pouco mais sobre estas mudanças nesta matéria do Programa Visual na TV

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